terça-feira, 5 de abril de 2011

Mitologia

Mitologia é o estudo dos mitos (lendas e/ou histórias) de uma cultura em particular creditadas como verdadeiras e que constituem um sistema religioso ou de crenças específicos.Os mitos sao geralmente sao histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar a criaçao do mundo.
 

domingo, 3 de abril de 2011

Sou ...

Deus da guerra filho de Zeus e Hera. Possuo caráter violento, aprecio cenas brutais e tenho prazer em observar a dor alheia, quando saio na posição invertido revelo, insensibilidade, atrevimento, agressividade, brutalidade, sentimento de pena de si mesmo, falta de educação e bons modos, confliotos e uma personalidade briguenta. Meu lado romano de Ares é Marte.


segunda-feira, 28 de março de 2011

Minha história

Sou Ares , Deus da guerra e filho de Zeus, rei dos deus e sua esposa
Hera. Os romanos me identificaram como Marte.
Sou sanguinário e agressivo, personificava a natureza brutal da guerra. Era
impopular tanto com os deus quanto com os humanos. Entre minhas divindades
associadas, eu estava com minha esposa Afrodite, deusa do amor e divindades
menos importantes, como Demos (o Temor) e Fobos (o Tumulto), que me
acompanhavam na batalha. Embora eu fosse bélico e feroz, não era invencível,
mesmo contra os mortais. A minha adoração que se acredita ter origem na Trácia,
não se entendia á toda a antiga Grécia, e onde existiu, não tinha importância
social ou moral. Eu era  uma divindade ancestral de Tebas e tinha um templo em Atenas, aos pés do Aeropago,ou minha Colina .Uma das 12 grandes divindades do panteão  helênico, eu , deus da guerra, não era muito apreciado pelos gregos,
que davam prioridade aos valores do espírito e à sabedoria. Eu era
filho de Zeus, deus supremo grego, e de Hera. Sua figura representava o
espírito violento e combativo, que só encontra prazer nas batalhas.
Embora dotado de força extraordinária, fui continuamente enganado por
outros deuses que, como Atena - personificação da sabedoria -, sabiam
tirar proveito de sua pouca inteligência.
Eu era representado com couraça, capacete, lança e escudo. No combate,
minah presença era anunciada com ferozes gritos de guerra que provocavam
pânico. Lutava a pé ou num carro puxado por cavalos, às vezes em
companhia dos filhos que tive com Afrodite: Deimos (o Medo) e Fobos (o
Terror), e outras vezes com sua irmã Éris (a Discórdia).
Segundo a mitologia, fui vencido em várias ocasiões. Os Aloídas me
derrotaram e encerraram numa urna de bronze durante 13 meses. Segundo se
narra no canto V da Ilíada, o herói Diomedes, ajudado pela astuta
Atena, conseguiu ferir Ares, que se refugiou no Olimpo. Mantive
constantes aventuras amorosas com mulheres mortais, de que resultaram
Meus filhos Alcipe, Ascálafo e Flégias, entre outros.
Meus amores com Afrodite foram descobertos pelo marido dela, Hefesto,
que nos envolveu astutamente  numa rede para levá-los ante o
soberano juízo dos deuses e assim demonstrar a traição. Em Roma, com o
nome de Marte, recebi maior veneração que entre os gregos, sobretudo
por parte das legiões romanas.Em grego (Áres-EU), certamente está
relacionado com (aré), "desgraça, violência, destruição". Veja-se ai
sânscrito irasyati, "ele entra em furor". Desde a época homérica, eu surgir ,
 como o deus da guerra por excelência. Dotado de coragem cega e
brutal, é o espírito da batalha, que se rejubila com a carnificina e o
sangue. O próprio Zeus, meu pai, me chama de o mais odioso de todos os
imortais que habitam o Olimpo. O "flagelo dos homens, o bebedor de
sangue", como lhe chama Sófocles, nem mesmo entre seus pares encontra
simpatia. Hera se irrita comigo e Atena o odeia e o qualifica de
(mainómenos) "louco", e "encarnação do mal". Na Ilíada, a deusa da
inteligência dirigiu contra mim a lança de Diomedes e mais tarde ela
própria me feriu com uma enorme pedra. Somente Afrodite, "ett pour cause"
o chama de "bom irmão".Na Guerra de Tróia, pôs-se ao lado dos troianos,
o que não importa muito, uma vez que eu não estava preocupado com a
justiça da causa que defende.Meu prazer, seja de que lado combata, é
participar da violência e do sangue.
De altura gigantesca, coberto com pesada armadura, com um capacet
coruscante, armado de lança e escudo, combatia normalmente à pé,
lançando gritos medonhos.
Meus acólitos nos sangrentos campos de batalha eram: Éris, a Discórdia,
insaciável na sua fúria; Quere, com a vestimenta cheia de sangue; os
dois filhos, que tivera com Afrodite, cruéis e sanguinários, Deîmos, o
Terror, e Phóbos, o Medoe e a poderosa Enio, "a devastadora". Esta
última era certamente uma divindade guerreira anterior a mim e que por
ele foi suplantada; a ela deve o deus das lágrimas, como lhe chama
Ésquilo, o epíteto de (enyálios), "o belicoso", nome que parece estar
atestado na Linear B, sob a forma E-nu-wa-ri-jo. Mais tarde, todavia,
Enio se tornou sua filha. Meus demais filhos foram quase todos violentos
ou ímpios devotados a uma sorte funesta, com o Flégias, que tivera com
Dótis. Este Flégias era pai de Ixíon e Corônis, a mãe de Asclépio.
Amante de Apolo, Corônis o traiu, embora grávida do deus da medicina.
Como Apolo, a tivesse matado, Flégias tentou incendiar-lhe o templo de
Delfos. O deus liquidou a flechadas e lançou-lhe a psiqué no Tártaro.


Continuem no nosso blog !

Alunos :  Paulo Ricardo                                                      n°34
                Pedro Afonso Araújo Cunha                             n°35
                Taynnara Katya de Almeida Figueiredo          n°39
                 Wesley                                                                n°40

Série/Turma: 
                      1°VE